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Apollo

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Bailado em dois quadros, música de Igor Stravinsky.

Seu título original foi Apollon musagéte. O termo musagéte significa condutor das musas e é aplicado exclusivamente a Apolo.

Estreou em Washington em abril de 1928 com coreografia de A Bolm, e depois em Paris, em junho do mesmo ano, com coreografia de George Balanchine.

 

O ballet representa o nascimento do Apolo, uma das principais divindades gregas, deus do dia, da poesia, da música, da medicina e das artes.

E ainda: deus das musas, do Parnaso, do Pindo. Era Também o condutor do carro do Sol.

Sobre as origens desse deus tão brilhante variam as tradições.

A mais abalizada o situa como filho de Zeus e de Leto, nascido em Delos, onde sua mãe se havia refugiado. Em Delfos, matou a serpente Píton, motivo pelo qual teve de exilar, só regressando a Delfos depois de se haver purificado em Tempé.

Todos os outonos, Apolo ia habitar com Hiperbóreos, no extremo norte, regressando na primavera. Há várias lendas a seu respeito, como a de que matou os ciclopes para vingar seu filho Asclépios, fulminado por Zeus, sendo condenado a ir servir Admeto.

 

Com Possêidon, foi escravo do rei Laomedon, foi escravo do rei Laomedon, e trabalhou na construção dos muros de Tróia. São muitas as aventuras galantes que lhe atribuem, e eram muitas as suas funções e atribuições. Eram um deus agrícola, purificador, semeador, vingador, protetor, médico, mas sobretudo o deus da poesia e da música.

Era também o deus da adivinhação. Em toda Grécia erigiram-se em sua honra muitos templos, alguns dos quais com afamados oráculos. O culto de Apolo foi introduzido em Roma ainda no tempo da realeza.

O primeiro quadro do bailado representa o nascimento de Apolo com a mãe, Leto, e duas ninfas assistindo-a.

O segundo quadro se passa no Olimpo, a morada dos deuses, e se constitui das seguintes partes: variação de Apolo, pas d’action (Apolo e as musas), variação de Calíope (poesia épica) variação de Polínia (musa dos hinos sacros) variação de Terpsícore (dança e canto) variação de Apolo, pas de deux de Apolo e terpsícore, e Apoteose com Apolo e as musas.